Viagem em família. Cruzeiro no maior navio do mundo Symphony of the Seas da Royal Caribbean.

Oi gente! No post anterior vocês acompanharam todo o roteiro de 5 dias por Miami com a minha família. Se você não viu, clique aqui! Se vocês achavam que as férias em família haviam acabado, se enganaram! Meu papis soberano adora viajar de navio e convenceu todos a fazer um Cruzeiro! Embarcamos em Miami, no novo terminal Crown of Miami, da Royal Caribbean, com mais de 15 mil metros quadrados. É uma construção imponente e com muita tecnologia.

A rota do cruzeiro escolhido eram de 7 noites pelo leste e oeste do Caribe com paradas em: Roatan em Honduras, Cozumel e Costa Maya no México, Perfect Day Cococay nas Bahamas (ilha particular da Royal Caribbean) e o retorno à Miami. Somente por 2 noites ficamos navegando em alto mar.

Foi a minha primeira viagem a bordo de um Cruzeiro e acredito que comecei com o pé direto!

Quem aí curte viajar com a família? Viagem em família #tudodebom!

Dia 1 – Embarque no terminal Crow of Miami. Chegamos ao porto depois de passado o perrengue (post anterior) do carro locado. E, como já havíamos feito download do aplicativo da Royal Caribbean, conseguimos fazer tranquilamente o check-in pelo do aplicativo. Tudo era novidade para a debutante de Cruzeiros (eu!). Passamos rapidamente pela fila do check-in e ficamos aguardando os outros que não haviam feito o check-in pelo aplicativo. Subimos por largas escadas rolantes com um lustre central impressionante. Caminhamos um pouco, conforme a indicação dos colaboradores da empresa, e de repente já estávamos dentro navio. Ao entrar no Symphony of the Seas, eu realmente me senti um pouco perdida com tantas informações para processar logo na entrada. Passando pela passarela do terminal, chegamos na área principal do navio, a denominada Royal Promenade. A intenção é que esse local seja o coração do Navio. É como se fosse a Times Square do Cruzeiro. Todo o agito de uma rua super movimentada com lojas, restaurantes, cafeteria e o Bionic Bar, um bar automatizado. Você escolhe seu drink pelo tablet e o robô, ou melhor, o braço-robô faz para você. Antes de ir para o quarto, fomos todos almoçar no deck 16. O salão do restaurante Windjammer tem uma vista linda para as piscinas. Infelizmente não conseguimos ficar todos no mesmo deck. Eu fiquei no deck 3, cabine com vista externa, próximo ao salão das principais refeições. No quarto, recebemos boas vindas de nossa governanta e cada um ficou com um cartão, que serve como chave do quarto, cartão de embarque e também como cartão de crédito para o consumo dentro do navio. Eu gostei muito da cabine. Me senti melhor do que em um quarto desses hotéis de rede comuns. No quarto, tínhamos um cama de casal espaçosa, roupeiro, penteadeira, sofá e o banheiro. Para a saída do porto de Miami, nos reunimos no deck 16 perto da área das piscinas, cada um com uma bebida, para brindar o início de novas aventuras. Eu me senti na cena da saída do Titanic. Só que eram os passageiros de outros navios aportados que acenavam para nós. Junto à penteadeira, todos os dias, um jornal com toda a programação do navio era entregue. Descansamos um pouco e partimos para explorar o majestoso Symphony. Só deu tempo de dar uma voltinha pela Royal Promenade e parar na deck 8, chamado de Central Park, em uma joalheria que tinha um evento de relógios, onde aproveitamos a Champagne (de verdade) . Não se pode recusar esse tipo de coisa! O jantar foi no salão principal do deck 3, Main Dining Room, todos os dias, às 20h, em uma mesa já marcada. Conhecemos o nosso garçom e o seu ajudante, que ficaram conosco até o último dia de Cruzeiro. Como estávamos em 9, a mesa era só nossa! Todos dos jantares tinham entrada, prato principal e sobremesa. Eram 3 opções de cada prato. Sobre as bebidas, aguá e sucos, geralmente limonada e suco de laranja. Bebidas alcoólicas e refrigerantes eram pagos.

Dia 2 – Dia de navegação. Dia de aproveitar as atrações do navio. Acordamos com calma e fomos tomar café no deck 3. A fartura de comida era tanta que era muito difícil escolher só um prato para comer. Não dá para dizer que se passa fome no navio. Saímos animados e preparados para ir à academia. Sim. Acreditem nós fomos treinar dentro do navio e foi muito legal. A academia era toda equipada com os aparelhos mais modernos, toalhas para higiene pessoal e muitas esteiras com vista para o mar. Uma pequena área para a pratica de yoga e alongamento. Em outra área, tinham palestras com instrutores para os treinos. Estava lotada de pessoas a hora que fomos. Antes de iniciar nosso treino, fomos aquecer na pista de corrida do navio. Uma voltinha muito agradável pelo convés de aproximadamente 500 metros. E, é claro, com vista para o oceano. Estávamos sentindo muito falta de ir a academia. Próxima à academia, fica a área do Vitaly Spa com muitos serviços à disposição e também um salão de beleza. Satisfeitos com o treino, escolhemos novamente o salão principal do deck 3 para o almoço. Era super perto da nossa cabine e sempre tinham muitas opções de pratos. A minha parte favorita era o buffet de salada. Pasmem! O buffet ficava bem no centro do salão e tinham 2 pessoas que montavam a salada pra você. Funcionava assim: você escolhia os vegetais que queria comer e tudo era acomodado em um bowl, você podia acrescentar os molhos e sementes e um colaborador misturava tudo. Eu saia toda contente com o meu bowl até a mesa hahaha Ficava uma salada linda e saborosa. Na parte da tarde partimos para a área das piscinas para relaxar. Fomos relaxar #sqn! A primeira coisa que fizemos foi entrar na fila do trio de toboáguas, The Perfect Storm, que se entrelaçam e ficam no topo do navio. Essas coisas não são só para crianças! Na fila tinham vários adultos. O toboágua era muito legal! Vale esperar na fila. Dali partimos para uma área mais adulta. Ficamos boa parte da atarde na Jacuzzi aquecida na lateral do navio com a vista do horizonte mais linda que já vi. Realmente é uma experiencia que só o navio pode oferecer. Depois da calmaria, decidimos ir até a área de aventuras e, no caminho, paramos para pegar um sorvete na máquina. Sim, você podia pegar sorvete à vontade na máquina. Era só aguardar na fila escolher casquinha, copinho, o sabor e se servir. Passamos diversas vezes por ali. Meu marido adora sorvete, ainda mais free haha! Seguindo para a área de aventuras nesse local tinha: mini golf, tirolesa com altura de 9 decks e 25 m de distância, 2 simuladores de surf Flowrider e o maior e mais alto tobogã dos mares, o Ultimate Abyss. Fica a 47,5 metros de altura da superfície do mar. Tem uma queda de 30 metros, que é percorrida em 13 segundos. Seu circuito possui uma espiral de 450° e duas voltas de 360°. Espetacular! Na saída, encontramos meu irmão, cunhada e sobrinho no Flowrider e decidimos arriscar no surf. Foi preciso fazer inscrição para essa atração e assinar um termo de responsabilidade. Crianças precisavam de autorização dos pais. Da arquibancada, assistimos meu irmão e meu sobrinho surfar e também outras pessoas não tão habilidosas. Parecia tudo muito fácil até chegar a minha vez. Alguém aí já foi nesse simulador? A primeira tentativa a gente vai deitadinho em um tipo de prancha até a metade do simulador, conforme a orientação do instrutor. Se você conseguiu, OK. Segue para a segunda fase. Você fica em pé, claro que no meu caso com a ajuda do instrutor, em uma prancha um pouco maior. Juro que não sei até agora como consegui ficar em pé naquela prancha. A força do simulador é tão grande que eu estava com uma camiseta de manga longa, dessas com proteção solar, e quando eu caí consegui ralar todo o meu braço. Como isso aconteceu, ninguém sabe! Só sei que rimos bastante dos meus tombos. Sou dessas que tem que testar para poder dar opinião. Para a minha primeira vez, até que fui bem! hahaha Saindo dessa área, tentamos ir no Ultimate Abyss e na tirolesa, porém para ambas as atrações não podíamos estar molhados e tínhamos que estar calçados. Ficou para o outro dia. Tomamos café na Royal Promenade, encontramos lá o restante da família e, depois de um dia de muitas atrações, descansamos no quarto antes da famosa noite do Capitão. Não sei vocês, mas eu sempre ouvia falar dessa noite e achava que seria incrível jantar com o capitão. Na verdade é uma noite de gala. Todos muito arrumamos, mulheres de longo, homens de terno desfilando formosos pelo saguão principal. Nada contra haha! Fomos recepcionados na Royal Promenade com taças de espumantes. Entramos na fila para tirar foto o capitão. E esse foi o tão falado encontro. No jantar, o cardápio era especial, mas o capitão mesmo foi só para foto. Depois, corremos até o Aqua Theatre, um teatro a céu aberto em que atletas olímpicos fazem diversas acrobacias, para assistir o Show Hiro. Para essa e outras atrações temos que agendar horário pelo aplicativo do navio. A apresentação foi fantástica, apesar que eu quase ter dormido sentada de tão cansada.

Dia 3 – Parada em Roatan, Honduras. Acordei toda dolorida! Imagina uma pessoa que quis fazer todas as atrações em um único dia. Só podia estar toda quebrada hahaha! Encontramos papis soberano na café da manhã no deck 3 e já combinamos o horário de encontro para o desembarque do primeiro dia: Roatan, Honduras. Só tinha visto esse nome no atlas do colégio. Nunca passou pela minha cabeça visitar um destino como esse. Não é por preconceito meu. Eu realmente não curto muito destino com praias. Mas, eu estava seguindo o passeio da família, então fomos conhecer Roatan, uma ilha com grande beleza natural: a segunda maior barreira de corais do mundo. Descemos todos felizes e faceiros com a primeira parada numa ilha desconhecida. Pegamos nossas toalhas de praia na saída do navio e partimos para a aventura em Roatan. Caminhamos brevemente pelo pier, tiramos “trocentas” fotos e chegamos ao porto de Roatan. Um lugar bem pequeno com alguma estrutura turística. Dali, já pudemos ver a beleza do mar da ilha. Ainda no porto, de certa maneira, organizado, tinham lojas, bares e um caminho que você literalmente cai nos quiosques de agências e receptivos da ilha. Todos te empurrando um passeio com day use. Um pouco mais a frente, já na parte do externa do porto, encontramos muitos taxistas e motoristas novamente empurrando corridas até as praias (eles tem que ficar do lado de fora do porto). Fechamos com um motorista desses que cobrou por pessoa para nos levar e buscar até uma praia, que era, segundo o vendedor, a melhor do local. Entramos todos na van e junto entrou uma criança de uns 12 anos que falava espanhol e teoricamente seria o nosso guia. Ele era filho do motorista que nos levou e sobrinho da pessoa que vendeu o passeio. Ali começou o nosso pesadelo! O veículo não era aquela maravilha e, ainda por cima, começou a chover. A paisagem que víamos ao passar pela cidade não era nada agradável. Vimos logo de cara um lixão à beira da estrada e casas entulhadas uma em cima da outra. Fomos levados até o alto de um morro sem estrutura nenhuma com uma estrada horrível que era para ser um mirante. Como chovia ninguém quis descer. Nem sei como aquele carro subiu pois os pneus patinavam na lama acumulada na estrada. Ainda animados, voltamos ao caminho em direção à praia, quando nos deparamos com uma fila de veículos. Ficamos parados escutando as informações dos nossos anfitriões até que vimos muitos carros fazendo o retorno. Pudemos ver que havia um morro desbarrancando logo a nossa frente. O motorista fez o retorno e começou a se comunicar com os outros motoristas e também com algumas pessoas por telefone. Não tínhamos como passar para ir até as praias ou pelo menos foi o que ele nos informou. Ficamos rodando mais um pouco dentro do carro, perplexos com o caos da cidade e pedimos para retornar ao porto. Até agora, não sabemos se foi tudo verdade, mas eu acredito que fomos enganados. Pode ter sito falta de sorte a chuva forte daquele dia. Mas, para mim foi golpe! Fica a dica. Ficamos num pouco mais na estrutura do porto e logo retornamos ao navio. Depois, fomos jantar com todos e comentar sobre o que aconteceu naquela ilha! Foi praticamente um dia perdido, teria sido muito melhor passar o dia dentro do navio curtindo toda a estrutura. Mas viagem é viagem!!

Dia 4 – Parada em Puerto Costa Maya, México. Traumatizados com o dia anterior, todos estavam desgostosos com o que estava por vir. Do navio, já dava para ver que o porto da cidade tinha uma estrutura muito melhor do que a do dia anterior. Era como se fosse um Beach Club. Havia golfinhos, lojas, restaurantes, bares, atrações locais, flamingos, piscinas tudo ali no porto mesmo. Dava para passar o dia todo ali mesmo mas a intenção era pelo menos ver o mar do Caribe! Na saída do porto, pegamos um trenzinho para ir até a praia. Percorremos uma distância razoável, aproximadamente 10 minutos, até Mahahual Beach uma praia pública. A ideia era conhecer a praia. Apesar de tudo eu estava ansiosa para ver de pertinho o mar do Caribe tão enaltecido por turistas do mundo todo. Já tinha até música falando disso na minha playlist hahaha! Nem bem desembarcamos do trenzinho, já fomos abordados por pessoas que nos levaram à praia. Mais tarde, compreendemos que eram os funcionários dos restaurantes que ficavam ali para aliciar os clientes. Ficamos logo no início da praia. Como era cedo, escolhemos um local com cadeiras literalmente dentro d’água. Na orla da praia, havia um calçadão com muitos restaurante e lojinhas. Foi então que percebemos que fomos novamente enganados pelo pessoal do restaurante, já que nos cobraram por cadeira para ficar ali. Mas enfim… passeamos pelo calçadão, tiramos fotos e ficamos por ali boa parte do dia. A praia era realmente linda, águas com temperatura amena, tranquilas e cristalinas. Era véspera de natal e consegui fazer chamada de vídeo para os sogros à beira-mar graças ao chip internacional que comprei (para saber mais do chip internacional pré-pago, clique aqui). O que me deixou realmente #chateada foi a abordagem do pessoal. Como eu disse, quando chegamos, já fomos abordados e levados para as cadeiras e mesas na areia da praia, tudo “perfeito” segundo a descrição dos nossos aliciadores: cobraram por cabeça e podíamos ficar ali o dia todo, com internet e banheiro do restaurante. Só que a internet mal conectava e o banheiro era um lugar muito ruim com uma ducha parecendo um balde. Era para termos ganho shots de tequila, só que não tinha muito gosto de tequila, estava mais para uma vodka com água. E tudo que solicitávamos de bebidas e comida nunca pagávamos o preço anunciado no cardápio. Você paga o valor do cardápio acrescido de taxa (como se fosse um imposto) e mais gorjeta (que eles chama de propina). Um absurdo! Para exemplificar, eu pedi um drink de 7 dólares no cardápio, mas paguei 15 dólares. Fomos almoçar em outro restaurante próximo, e o mesmo problema aconteceu. O vendedor sentou com a gente à mesa e disse: vocês podem ficar aqui pedir o que quiser, usar os caiaques só que vocês tem que me pagar propina. Achei um abuso total! Além de terem uma estrutura ruim de restaurantes, a comida não era grandes coisa. Eu me senti constrangida pelas pessoas que prestavam os serviços. O dia na praia foi muito agradável e a praia realmente era bonita, mas essa história de ficar pagando propina para tudo foi uma decepção. Quem viaja sabe que é normal se pagar tips, mas lá foi realmente abusivo. Me deixou com uma má impressão do lugar. Retornamos ao navio para a preparação do jantar de Natal. Enquanto eu me arrumava meu marido foi até a academia, acreditam? Combinamos de nos encontrar na cabine do meu irmão, que era a maior, pois tinham 3 pessoas, para um “esquenta” antes do jantar. Afinal, fazia muitos anos que não passávamos o Natal juntos. Cada um deveria passar pelo restaurante e levar um prato para a cabine. Já tínhamos comprado os vinhos em Miami (cada casal podia levar 2 garras a bordo). Foi uma pré-ceia muito legal. Vocês têm noção de quanta comida levamos para a cabine? 9 pessoas pegaram coisas do restaurante para levar (era permitido e normal, ok? haha). Imaginaram? Fizemos um brinde, ligações para os familiares que não puderam ir e também para alguns amigos da família. Trocamos lembrancinhas e muitos abraços. Hora de ir jantar. O que fazer com aquela comida toda que estava ali na mesa? Ora, (ideia maravilhosa!) vamos levar e deixar na porta do quarto das pessoas como presente de Natal! E foi isso que fizemos. Saímos cada um com um pouco de comida na mão, cantando “Feliz Navidad” pelos corredores do navio, deixando cup cakes e batendo as portas das cabines que em sua maioria estavam com enfeites de Natal. Não sabemos se as pessoas ficaram felizes, mas sei dizer que rimos até hoje quando lembramos desse episódio. O jantar foi maravilhoso. Para fechar a noite especial, fomos assistir ao 1977 Ice Show, uma maravilhosa apresentação de patinação no gelo.

Dia 5 – Parada Cozumel, México. No dia de Natal, a parada era na famosa Cozumel. Descemos e nos deparamos com um controle rigoroso de segurança na entrada do porto, bem diferente das outras paradas que não tinham segurança alguma. Não pude entrar com uma maçã que tinha levado de lanche. A estrutura do porto era muito boa. Não era tão bonito como em Costa Maya, mas era com certeza maior. Tiramos fotos, passamos pelas lojinhas e seguimos para a praia. O plano desse dia era conhecer a praia Mia que, segundo papis soberano, era a melhor praia do local. Como ele já havia estado ali outras vezes, é claro que nos guiamos por suas palavras. Pegamos uma condução e fomos até a praia indicada. O contratempo aqui foi que novamente o tempo não estava muito a nosso favor. Havia muito vento nessa praia Mia e por esse motivo muitas algas sujavam a água. O pessoal foi justo em deixar um de nós ir até a praia para verificar a veracidade da informação. Seguimos então para a Punta Morena. As praias em Cozumel ficam um pouco mais afastados do que nas outras paradas. Demoramos uns 40 minutos para chegar. O mesmo esquema da outra praia mexicana: tinha um restaurante/bar com uma estrutura um pouquinho melhor do que Costa Maya. Mas o Wifi prometido na placa da entrada do local não funcionava de jeito nenhum (a não ser que você pagasse 5 dólares) e não tinha lugar nenhum para carregar o celular. A comida não tão boa e o serviço de garçons muito ruim. O mar do caribe não desapontou: águas verdinhas, transparentes, quentes. Novamente um incômodo na hora de pagar a conta: ser intimidado para pagar a tal propina por um serviço horrível. A praia era muito bonita, mas, passadas algumas horas, já estávamos querendo voltar para o navio e tivemos que esperar até a hora marcada com o motorista para ir embora. Ficamos procurando o motorista e o veículo para tentar ir embora antes, mas não encontramos mesmo no estacionamento. Tentamos contato através de outros motoristas que ali estavam, mas com “aquela boa vontade” de ajudar, ninguém sabia e nem conhecia ninguém. Nesse dia, também cometemos um erro básico. Quando contratamos o serviço de traslado até a praia, pagamos um parte do valor e marcamos uma hora para que o motorista retornasse para nos buscar. Me lembrei depois que já tinha lido em vários blogs que muitos motoristas davam o golpe e não voltavam para pegar os turistas. Bom, no final o motorista apareceu no horário e retornamos em segurança. Antes de passar pelo porto e sair da cidade, uma rápida passadinha de Hard Rock Café Cozumel minúsculo e mais caro que já entrei! Retornando ao Symphony, conseguimos ainda assistir a um lindo ocaso relaxando na jacuzzi. No jantar, decidimos conhecer um restaurante diferente e fomos até Solarium Bistro Restaurant. Tudo era servido em pequenas porções. Deu para provar bastantes coisas! P.S. Alguém lembra que eu falei no meu outro post (Miami) que ganhei uma saída de praia esvoaçante do meu papis? Sim, esse dia eu usei ela!

Dia 6 – Dia de navegação. Iniciando o dia com um café diferente, partimos novamente para o Solarium Bistro Restaurant. Como era dia de navegação, ou seja, passaríamos o dia todo dentro do Symphony, fizemos as coisas mais devagar. Passeamos pela Royal Promenade, entramos em todas as lojinhas, almoçamos no Windjammer e ficamos de boa só perambulando pelo navio. Como estávamos secos aproveitamos para ir no Ultimate Abyss. A entrada da atração fica tão acima no nível do mar que meu deu medo. Meu marido foi primeiro e gritou tanto que confesso que eu fiquei apavorada! Mas quando chegou a minha vez fiquei um pouco decepcionada. Foi tão rápido que nem deu tempo de sentir nada. Gostei mais do toboágua. À tarde, fomos tomar um café no Café Promenade e encontramos o pessoal por lá. Toda tarde, tinha tipo uma feirinha de mercadorias com um preço acessível na Promenade: 10 dólares. Coisas do tipo chapéus, saídas de praia, camisetas, bolsas de praia entre outros. Muitas vezes, tinha promoção de relógios de marcas famosas como Invicta, Fossil, Guess etc. Fizemos umas comprinhas básicas. Todas as despesas com compras e consumos que não estavam incluídos no pacote, foram passados no cartão que recebemos assim que chegamos no navio. Fiquei um pouco no quarto descansando e meu marido foi novamente à academia antes do jantar. Jantamos no Main Dining Room com a família. No jantar, teve uma hora de agradecimento aos colaboradores que nos serviam tão bem. Todos, chefs de cozinha, auxiliares, garçons e ajudantes, todos os envolvidos no serviços das refeiçoes entravam no salão cantando e dançando ao som de uma música animada e eram aplaudidos pelos hóspedes. Muitos levantavam os guardanapos e rodopiavam no ar como forma de agradecimento. Uma homenagem muito legal aos que nos serviram com tanta atenção e cuidado durantes os 7 dias dentro do navio. Essa noite, encontramos um músico com um piano dentro de um dos elevadores, tocando e cantando músicas que os que entravam pediam. Uma maneira divertida de entreter os que passeavam pelo navio. Fomos assistir a última atração antes de desembarcar, o musical Flight. Cheio de tecnologia e uma produção original da Royal Caribbean que contava a história da aviação. Como uma viagem no tempo, tanto o início do Show, com o balé de drones, quanto o final, com a impressionante réplica do primeiro avião sobrevoando nossas cabeças dentro no teatro, fizeram dessa apresentação a minha favorita. Apesar da nossa discordância no que diz respeito a quem inventou o avião (para nós, Santos Drumond, para eles, os irmãos Wright), foi mesmo uma atração espetacular.

Dia 7 – Parada Perfect Day Cocoay, Bahamas. Último dia de curtir o cruzeiro e as férias com a família. Tomamos café no Windjammer com a linda vista para a ilha. Ah, quase esqueci de contar. Na saída do restaurante, tinha uma linda escadaria pintada como se fossem teclas de piano. Cada um que pisava na escada fazia com que tocasse uma nota de uma música clássica! Super legal. Voltando a Cococay, é uma ilha privativa da Royal Caribbean, exclusiva para passageiros dos cruzeiros oferecidos pela empresa. Do navio, já avistávamos a linda cor esverdeada do oceano. Chegamos com aquela animação para tirar “trocentas” fotos, quando então… começou a chover. A corrida foi boa para achar um teto para se abrigar da chuva. Logo que a chuva parou, continuamos o passeio. Na entrada, você visualiza um grande mapa indicando as atrações do local. De um lado, as belas 4 praias existentes na ilha: Snorkel Beach, a Water Sports Beach, a Coconut Willie’s Beach e a Barefoot Beach, todas disponíveis para você pegar uma cadeira para chamar de sua e desfrutar da paisagem. Do outro lado, o parque aquático pago, Thrill Waterpark, com muitas atrações como toboáguas e a maior piscina de ondas artificiais do Caribe. A infraestrutura da ilha é bem parecida com a do navio. Tem música, comida e bebida liberada por diversas partes da ilha, cadeiras, espreguiçadeiras, redes e banheiros, tudo organizado e limpo. Desembarcamos do navio com a intenção de descansar à beira-mar. Pegamos um trenzinho gratuito próprio da ilhas, fomos até a praia, Chill Island, e nos instalamos em umas espreguiçadeiras não muito longe do restaurante. Eu e meu marido decidimos caminhar um pouco para explorar a ilha e assim fizemos. Passeamos pela The Straw Market super colorida com suas muitas lojinhas simpáticas. Caminhamos mais um pouquinho e acabamos parando num bar, Capitan Jack’s , em frente o que me parecia uma praia artificial, Harbor Beach. Foi a nossa sorte ter saído da praia, eis que começou a chover tanto que não dava para enxergar a praia. Dali para frente, o tempo permaneceu ruim, ou seja, não deu para aproveitar tudo de melhor que a ilha oferecia. Retornamos para o navio para almoçar tranquilamente. Passamos o dia passeando pelo navio e arrumando a mala para o retorno para casa. Definimos não despachar a nossa bagagem, significando que nós mesmo desceríamos do navio com ela e recebemos um horário para o nosso desembarque na manhã seguinte, o que nos economizou tempo e estresse no dia seguinte.

Dia 8 – Desembarque em Miami. Acordamos cedinho por conta do nosso horário de desembarque do Cruzeiro. Nossa despedida do café da manhã foi no Main Dining Room, deck 3. Cada um da família ficou com um horário diferente de desembarque. Como fomos os primeiros a desembarcar, aguardamos o restante da família do lado de fora do terminal. Aí foi aquela confusão! Até que todos desembarcassem já era quase 12h. Pegamos um carro para ir até o aeroporto e ficamos lá a tarde toda até abrir o embarque da Gol. Despachadas as malas, fomos comer e descansar um pouco na Sala Vip. Gostamos tanto da sala que chegamos para o embarque em cima da hora. O voo de retorno foi tão ou pior ruim quanto o voo de vinda.

Até breve. Gi

top spot

O Show Flight sobre a história da aviação é imperdível.

Assistir o por do sol com um horizonte infinito é sensacional e indescritível. Só a bordo de um cruzeiro para ter essa experiencia.

O simulador de surf é muito divertido, vale a pena tentar. Cuidado para não torcer o braço quando cair.

feelings

Estivemos em Miami do dia 21 a 28 de dezembro de 2019. A temperatura variou entre 16 a 25 graus, ventou bastante e choveu alguns dias. O cruzeiro era fantástico, foi uma experiencia incrível. Claro que a melhor parte foi estar junto com a minha família nas férias. Se eu um dia fizer outro Cruzeiro, com certeza absoluta não será pelo Caribe! E se algum dia, por algum motivo, eu retornar ao Caribe, ou pagarei pelos passeios oferecidos dentro do cruzeiro ou optarei pelos Beaches Clubs para não me incomodar. Eu realmente me senti enganada, intimidada e constrangida nas paradas no Navio (menos em Cococay). Minha opinião: as praias são lindas e só! Todos os dias você recebe um jornal com a programação do navio, as atrações do dia seguinte, além da previsão do tempo e horários do nascer e do pôr do sol, não deixe de conferir! As informações também estão disponíveis no aplicativo. São muitas informações e se você não se organizar não conseguirá ver algumas delas. Assim que embarcar no navio, já faça sua reserva para as apresentações que você deseja assistir. São muito concorridas. Cuide com os horários de embarque das paradas. Às vezes, as praias são um pouco afastadas do porto e você não quer ser deixado para trás, não é mesmo? A única coisa que não me agradou na cabine externa que ficamos, no deck 3, é que, no desembarque, o navio aportou de madrugada em Miami e ouvimos todo o barulho do descarregamento do navio. Mal conseguimos dormir. Imprevisível, faz parte, fica a dica.

info

Crianças só podem embarcar no navio acima de 6 meses completos. A maioria dos restaurantes já estão incluídos no pacote, você não precisa pagar, mas também existem alguns pagos no navio. Tive dificuldade de encontrar essa informação. Então, vou deixar aqui os restaurante gratuitos e os pagos.

Incluídos no pacote:

  • Café Promenade
  • Dog House
  • El Loco Fresh
  • Main Dining Room
  • Park Café
  • Solarium Bistro Restaurant
  • Sorrento’s Pizza
  • Vitality Café
  • Windjammer

Pagos:

  • Chops Grille
  • Costal Kitchen
  • Hooked Seafood
  • Izumi
  • Jamie’s Italian
  • Johnny Rockets
  • Starbucks
  • Sugar Beach
  • Wonderland
  • 150 Central Park

Sabia que você pode se casar a bordo do Cruzeiro? A Royal Caribbean tem vários pacotes para você realizar seu sonho e quem celebra sua união é o capitão do navio. Não é legal?

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